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O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que, em 2016, o México, a América Central e as Caraíbas vão ser as sub-regiões da América latina mais beneficiadas pela conjuntura económica global.

Para a segunda maior economia latino-americana, o FMI prevê um crescimento de 2.4% em 2016 e espera que alcance os 2.6% em 2017. Relativamente à América Central, para 2016, as previsões apontam para que o Panamá lidere o crescimento económico com 6.1%, a Guatemala cresça 4%, El Salvador 2.5%, as Honduras registem os 3.5% e a Costa Rica 4.2%. Quanto às Caraíbas, o FMI aponta para um crescimento de 5.4% e 2.3% na República Dominicana e Haiti, respetivamente.

 

Entre os grandes países exportadores de petróleo, a Colômbia vai crescer 2.5% e a Venezuela irá recuperar a partir de 2017.

 

O FMI revela também que a Bolívia, o Equador e a Argentina apresentam um crescimento negativo, mas, por outro lado o Chile e o Perú apresentam-nos um crescimento de 1.5% e 3.7%, respetivamente, no ano corrente.

 

Os resultados apresentados durante 2015 pelos países da América Latina vão ao encontro das previsões do FMI, à exceção do Brasil. O organismo revelou que o cenário menos positivo na América Latina é explicado pela descida dos preços das matérias-primas e do petróleo, bem como pela situação política.

 

Para o cenário geral da economia da América Latina e Caraíbas, o FMI baixou as previsões de crescimento. Em 2016, a economia da região deverá terminar o ano com uma taxa de 0.5% de crescimento negativo, contrastando com o crescimento de 1.5% que o organismo prevê para 2017.