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Em declarações ao Dinheiro Vivo, o Secretário-Geral do IPDAL defendeu que as instituições portuguesas têm de participar ativamente na recuperação económica do país.

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Para Filipe Domingues, “o que precisamos é de ter uma participação em força das empresas e das instituições portuguesas na recuperação económica da Venezuela”.

Confrontado com a queda das exportações de Portugal para a Venezuela, o Secretário-Geral do IPDAL preferiu chamar a atenção para a necessidade e a oportunidade de empresas portuguesas aproveitarem a presença histórica de comunidades lusas no terreno para se colocarem já na linha da frente dos atores que vão contribuir positivamente para o regresso da prosperidade à Venezuela.

O representante do Instituto defendeu ainda que “Portugal, as instituições portuguesas, a banca portuguesa, as instituições de seguro de crédito como a COSEC, por exemplo, devem estar animadas com este desígnio de não só ajudar um país que precisa de se reconstruir economicamente, como ao mesmo tempo estar atentas a todas as oportunidades que vão surgir para as nossas empresas na área da modernização tecnológica, modernização administrativa, na área da distribuição alimentar e de bens de primeira necessidade, na área das energias”.