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De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a sub-região América Central irá crescer 3.9% em 2015 e 4.2% em 2016.

Para o México, o FMI prevê um crescimento de 2.3% este ano e 2.8% em 2016. A expansão da economia colombiana será de 2.5% em 2015 e 2.8% em 2016; o Chile regista um crescimento de 2.3% em 2015 e de 2.5% em 2016; o Peru passa de 2.4% este ano para 3.3% em 2016; para o Paraguai, as previsões são de crescimento significativo, saltando de 3.0% em 2015 para 3.8% em 2016.

Para o cenário global da economia da América Latina e Caraíbas, o FMI baixou as previsões de crescimento. A economia da região deverá encerrar 2015 com uma taxa negativa de 0.3%, contrastando com o crescimento de 1.3% de 2014.

A contração da economia latino-americana é motivada, segundo o Fundo, pela desaceleração mundial – em 2015 o crescimento mundial será de 3.1%, menos três décimas que em 2014. No entanto, para 2016, o organismo prevê uma recuperação de 0.8%.

O cenário menos positivo na América Latina é explicado, de acordo com o economista chefe do FMI, Maurice Obstfeld, pelas ‘’circunstâncias especialmente difíceis de um par de países grandes (Brasil e Venezuela) ‘‘ mas também pela redução dos preços das commodities e pela queda do preço internacional do petróleo.