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O Cristo Redentor (Brasil), Machu Picchu (Peru), Chichén Itzá (México), a Grande Muralha da China, Petra (Jordânia), Coliseu de Roma (Itália) e Taj Mahal (Índia) são as novas Sete Maravilhas do Mundo escolhidas por mais de cem milhões de pessoas.

As Sete Maravilhas foram escolhidas entre 21 candidatas, através da Internet, SMS ou linhas telefónicas de número acrescentado nos países que participaram na iniciativa, cuja cerimónia final decorreu no Estádio da Luz, em Lisboa.

Hagia Sofia (Turquia), Kremlin e Catedral de S. Basílio (Rússia), Castelo de Neuschwanstein (Alemanha), Acrópole de Atenas (Grécia), Ópera de Sydney (Austrália), Pirâmides de Gizé (Egipto), Estátuas da Ilha da Páscoa (Chile), Estátua da Liberdade (Estados Unidos), Alhambra (Espanha), Stonehenge (Reino Unido), Angkor (Camboja), Timbuktu (Mali), Templo de Kiyomizu (Japão) e Torre Eiffel (França) eram os restantes candidatos.

Na cerimónia estiveram presentes o primeiro-ministro, José Sócrates, o Presidente da República, Cavaco Silva, e o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, bem como várias personalidades nacionais e internacionais da música, do cinema e do desporto.

Entre as individualidades internacionais que participaram na cerimónia destacaram-se o antigo astronauta Neil Armstrong, o ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, a actriz norte-americana Hillary Swank e o actor britânico Ben Kingsley, a cantora Jennifer Lopez, entre outros.

A cerimónia foi retransmitida para mais de 170 países, para uma audiência que se estimou em 1,6 mil milhões de pessoas.

A eleição das novas Sete Maravilhas do Mundo é uma iniciativa da New 7 Wonders Foundation, criada em 2001 pelo antigo produtor suíço Bernard Weber, e foi já criticada pela Unesco por não contribuir para a preservação dos locais eleitos e limitar-se aos votos de quem tem acesso à Internet ou telefone.

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